Figueirão reforça acolhimento de mulheres vítimas de violência com inauguração da Sala Lilás

Espaço vai oferecer atendimento reservado, escuta protegida, medidas protetivas e suporte especializado para mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica

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A Delegacia de Polícia Civil de Figueirão inaugurou na manhã desta quarta-feira (20) a 65ª Sala Lilás de Mato Grosso do Sul. O espaço foi implantado para oferecer acolhimento especializado e atendimento humanizado a mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar.

A cerimônia reuniu autoridades estaduais e municipais, representantes das forças de segurança, servidores públicos e moradores do município. Estiveram presentes o prefeito Juvenal Consolaro, o vereador Ivan Moreira Lima, representando a Câmara Municipal, o comandante da Polícia Militar, 1° sargento Melo, além de secretários municipais e policiais civis. 

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Durante o evento, o prefeito Juvenal Consolaro destacou a importância da implantação da Sala Lilás para o município e afirmou que o espaço representa acolhimento para pessoas em situação de vulnerabilidade. “Essa sala aqui é um abraço caloroso em quem vai precisar da prestação dos serviços dela”, declarou. 

O prefeito também lembrou avanços recentes na segurança pública de Figueirão, citando a instalação da delegacia da Polícia Civil no município e a parceria com o Governo do Estado. “Trouxemos a delegacia de Polícia Civil que não tinha no município e agora trazendo a Sala Lilás em prevenção às mulheres de Figueirão”, afirmou durante entrevista. 

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Ao discursar na solenidade, o prefeito afirmou que o espaço simboliza acolhimento coletivo e reforçou a necessidade da participação das famílias, igrejas e comunidade na prevenção da violência. “Temos que fazer de tudo, cada um, para tentar acolher o maior número de pessoas possível”, declarou. Ele também chamou atenção para o papel da família na prevenção da violência e defendeu maior participação da sociedade nesse processo.

A Sala Lilás foi estruturada para garantir atendimento reservado, escuta protegida e acompanhamento especializado às vítimas de violência, oferecendo um ambiente mais acolhedor e humanizado dentro da delegacia. O espaço foi pensado para atender mulheres, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, evitando que permaneçam expostos em ambientes comuns da unidade policial. Além do registro da ocorrência, as vítimas podem receber orientação, encaminhamento para medidas protetivas e suporte da rede municipal de assistência social. 

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O delegado Gustavo Luiz Ferreira Detomi, responsável pela Delegacia de Polícia Civil de Figueirão, afirmou que a Sala Lilás vai oferecer atendimento personalizado às vítimas, desde o registro da ocorrência até o encaminhamento das medidas protetivas.“O atendimento da Sala Lilás é um atendimento personalizado, um espaço de acolhimento que garante a proteção integral da vítima que procura a Polícia Civil”, afirmou. 

Segundo ele, o trabalho vai além da estrutura física e faz parte de uma política pública permanente de proteção às vítimas de violência doméstica. “É uma verdadeira política pública que está sendo entregue e que está sendo aprimorada constantemente pela Polícia Civil”, disse. 

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Durante o discurso, o delegado também alertou sobre sinais de relacionamentos abusivos e destacou que muitos casos acontecem de forma silenciosa dentro das famílias. “Controle, manipulação, chantagens emocionais, controle do ir e vir, ciúmes excessivos. Isso já são sinais de um relacionamento tóxico”, afirmou. 

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A coordenadora estadual do projeto Sala Lilás, delegada Elaine Benicasa, explicou que o objetivo do programa é ampliar a rede de proteção e incentivar denúncias. “Quando a gente instala uma Sala Lilás, a ideia é justamente incentivar essas mulheres à denúncia”, declarou. 

Ela afirmou ainda que o espaço busca transmitir segurança às vítimas. “Uma sala que transmite paz, segurança, traz essa sensação de justiça, de cura para que essa mulher se sinta segura para denunciar sua violência doméstica”, disse. 

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Representando o Departamento de Polícia do Interior, o delegado Rogério Fernando Makert Faria afirmou que a Sala Lilás representa um avanço importante para o acolhimento humanizado das vítimas em Figueirão. “Um porto seguro, um conforto, uma privacidade, um acolhimento para que ela se sinta mais protegida ainda daquelas agressões que vem sofrendo no seu ambiente familiar”, declarou. 

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O vereador Ivan Moreira Lima destacou que o espaço vai oferecer acolhimento e privacidade às mulheres vítimas de violência. “Na Sala Lilás elas encontrarão um lugar de acolhimento, de privacidade, mas acima de tudo que possa escutá-las atentamente”, afirmou. 

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Já o coronel Wagner Ferreira da Silva, secretário executivo de Justiça e Segurança Pública, afirmou que a violência doméstica precisa ser tratada como responsabilidade coletiva da sociedade. “A violência doméstica, o feminicídio, a violência contra a mulher, ela é uma violência silenciosa”, declarou. 

Ele defendeu que o tema seja discutido dentro das famílias, igrejas e escolas e afirmou que a Sala Lilás representa uma mudança de comportamento no enfrentamento à violência. “A Sala Lilás traz isso, uma mudança de conceito de como a polícia vai tratar isso e como a gestão municipal está enxergando o problema”, disse. 

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Durante a cerimônia também foi assinado o Termo de Cooperação entre o Governo do Estado e o município de Figueirão, formalizando a atuação conjunta entre Polícia Civil e rede municipal de atendimento às vítimas. 

Fonte: Jornal MS Todo Dia.

Fotos: Jornal MS Todo Dia.

Confira galeria da inauguração da Sala Lilás de Figueirão:

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